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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Diferenças. Já pensou nisto?

Normalmente, acreditamos que o nosso modo de ser impera no mundo. E quando usamos este principio para os nossos relacionamentos, nos deparamos com as seguintes realidades:
Frustrações - As pessoas que estão ao meu redor, por mais que cultivemos um bom sentimento, não fazem as coisas da forma que eu penso. De um modo inconsciente acreditamos que o mundo sendo do nosso "jeitinho" é melhor. Pode até ser muito agradável, mas se o outro também pensa desta forma, o que normalmente é verdade, como esta relação se dará? Então, precisamos enquanto, nossos relacionamentos, sejam, em nossa escola, família, igreja e relacionamentos amorosos, pensar que existe uma importância incrível no ideal dos outros.
Insegurança - No trabalho de equipe devemos entender os objetivos individuais, para avaliar o quanto aquele grupo está envolvido no propósito único. A verdade é que mesmo que uma pessoa se una a um grupo que já tem o objetivo traçado, não é verdade que ela já inicie, com as convicções do grupo. Para isto, buscamos traçar metas e formas de se alcançar o objetivo principal. Porém, nunca deixando de avaliar o novo, o diferente. pode ser que uma idéia nova, diferente some as formas já estabelecidas, um grande potencial para o serviço do grupo. O que queremos se fazer pensar neste artigo é que, as diferenças no grupo, na família ou em qualquer âmbito social que nos integramos, são inevitáveis, e devem ser alvo de atenção, e encararmos como algo de motivo racional, e não simplesmente, emocional, como ocorre na maioria das vezes e impede um bom desenvolver nos relacionamentos.

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