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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A revolta das mídias sociais

Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa

Os jornais produzem nas edições de quarta-feira (9/2) um pequeno mosaico sobre as tecnologias digitais e sua relação com a comunicação jornalística. Nada muito revelador, apenas alguns registros para serem acrescentados à coleção de informações que ajudam a entender este período de transição em que vivemos.

Em algum ponto no futuro, pesquisadores poderão usar as informações de hoje para desenhar um retrato do mundo nesta segunda década do século 21.

Os jornais dizem, por exemplo, que no Brasil já se pode pagar contas e até confessar pecados através do telefone celular. O uso do confessionário online, que custa R$ 1,99, é feito por meio de um aplicativo do iPhone aprovado pela igreja católica.

Também há uma pesquisa, publicada no Estado de S.Paulo, dizendo que as mídias sociais ainda são totalmente pautadas pela mídia tradicional, funcionando basicamente como caixas de ressonância do que sai na velha imprensa. O estudo, intitulado "Verdades, Mentiras & Mídias Sociais", foi realizado pela agência de publicidade JWT e demonstra, segundo o Estadão, que as mídias sociais sofrem grande influência das mídias tradicionais e que o contrário não acontece, ou seja, jornais, rádio e TV não costumam ser pautados pelo Twitter ou pelo Facebook.

O que faz a diferença

A observação é interessante mas pode induzir a conclusões perigosas: como se sabe, uma das principais características dos novos meios é a capacidade de mudar repentinamente os hábitos de seus usuários. Além disso, como se pode afirmar que um colunista ou editor de jornal não é informado por mensagens que recebe através dos meios digitais?

Observe-se, por exemplo, que a revolta no Egito foi organizada através das redes sociais online e que, até agora, os meios digitais cumprem importante papel na guerra midiática contra o governo, apesar da grande exclusão digital no país – apenas 20 milhões dos 80 milhões de egípcios têm acesso à internet.

Enquanto a internet esteve bloqueada, os jovens manifestantes produziam imagens das manifestações através de seus celulares e entregavam cópias para jornalistas estrangeiros. Dessa forma, conseguiram furar o isolamento midiático que o governo tentou impor ao país. Um dos mentores da revolta foi o diretor de Marketing do Google para o norte da África e o Oriente Médio, Wael Ghonim, tratado como herói pela multidão ao ser libertado da prisão.

Os fatos no Egito mostram que a mídia digital não apenas funciona como veículo de informação – também pode ser usada como meio de expressão amplo e irrestrito da vontade e da opinião das pessoas. Essa é a diferença em relação às mídias tradicionais, que funcionam em mão única.


(Envolverde/Observatório da Imprensa)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Catástrofe na natureza

É lamnetável saber de tantas vítimas inclusive o número extremamente alto de óbitos. Mas, a natureza faz asua trajetória, tem seu caminho. Não pode se negar que as alterações climáticas permitem os excessos, como por exemplo, chover quantidade de água de 1 mês em um dia. Isto sem dúvidas é extremamente incontrolável par os homens. Porém, a trajetória das águas já estavam previstas. O homem constrói barragens, desvia leitos de rios e outras ações, acreditando contrlar. ÉH, não pode.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

A sustentabilidade é um ideal sistemático que se perfaz principalmente pela ação, e pela constante busca entre desenvolvimento econômico e ao mesmo tempo preservação do ecossistema. Podem-se citar medidas que estão no centro da questão da sustentabilidade ambiental: a aquisição de medidas que sejam realistas para os setores das atividades humanas.

Os pontos elementares da sustentabilidade visam à própria sobrevivência no planeta, tanto no presente quanto no futuro. Esses princípios são: utilização de fontes energéticas que sejam renováveis, em detrimento das não renováveis.

Pode-se exemplificar esse conceito com a medida e com o investimento que vem sido adotado no Brasil com relação ao biocombustível, que por mais que não tenha mínina autonomia para substituir o petróleo, ao menos visa reduzir seus usos. O segundo princípio refere-se ao uso moderado de toda e qualquer fonte renovável, nunca extrapolando o que ela pode render. Em um quadro mais geral, pode-se fundamentar a sustentabilidade ambiental como um meio de amenizar (a curto e longo prazo simultaneamente) os danos provocados no passado. A sustentabilidade ambiental também se correlaciona com os outros diversos setores da atividade humana, como o industrial, por exemplo.

A sua aplicação pode ser feita em diversos níveis: a adoção de fonte de energias limpas está entre as preocupações centrais, algumas empresas tem desenvolvidos projetos de sustentabilidade voltando-se para aproveitamento do gás liberado em aterros sanitários, dando energia para populações que habitam proximamente a esses locais. Outro exemplo de sua aplicação está em empresas, como algumas brasileiras de cosméticos, que objetivam a extração cem por cento renováveis de seus produtos. O replantio de áreas degradadas, assim como a elaboração de projetos que visem áreas áridas e com acentuada urgência de tratamento são mais exemplos que já vêm sido tomados.

Pode-se afirmar que as medidas estatais corroboram perceptivelmente com a sustentabilidade ambiental. Sendo necessário não apenas um investimento capital em tecnologias que viabilizem a extração e o desenvolvimento sustentável, mas também conta com atitudes sistemáticas em diversos órgãos sociais e políticos. Como por exemplo, a propaganda, a educação e a lei